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Morada FM —   A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Verde, prendeu em flagrante, na última quinta-feira (1º), um homem suspeito de perseguir e monitorar os deslocamentos de sua ex-companheira mediante a instalação clandestina de um dispositivo de rastreamento em seu veículo. O caso chegou ao conhecimento da DEAM após a vítima relatar que o ex-companheiro demonstrava saber, de forma recorrente, onde ela estava e quais locais frequentava, mesmo sem que tais informações fossem compartilhadas com ele. Diante da situação, foram iniciadas diligências para localização do suspeito, que foi encontrado pela equipe policial […]
Foto: PCGO/divulgação
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Verde, prendeu em flagrante, na última quinta-feira (1º), um homem suspeito de perseguir e monitorar os deslocamentos de sua ex-companheira mediante a instalação clandestina de um dispositivo de rastreamento em seu veículo.

O caso chegou ao conhecimento da DEAM após a vítima relatar que o ex-companheiro demonstrava saber, de forma recorrente, onde ela estava e quais locais frequentava, mesmo sem que tais informações fossem compartilhadas com ele.

Diante da situação, foram iniciadas diligências para localização do suspeito, que foi encontrado pela equipe policial e conduzido à Delegacia. Durante o procedimento, ele admitiu ter instalado o rastreador no veículo da ex-companheira para acompanhar seus deslocamentos, declarando aos policiais que “a mulher é minha, eu tenho direito de saber onde ela está!”

O dispositivo foi localizado no veículo, apreendido e encaminhado para as providências periciais cabíveis.

Diante dos elementos colhidos, o homem foi autuado em flagrante, em tese, pelos crimes de perseguição e violência psicológica contra a mulher. A vítima também requereu medidas protetivas de urgência, que foram encaminhadas ao Poder Judiciário.

A Polícia Civil alerta que comportamentos de vigilância, monitoramento de localização, perseguição e controle da rotina da mulher podem constituir formas de violência e devem ser comunicados às autoridades policiais, especialmente quando praticados no contexto de relacionamento íntimo ou após o término da relação.